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quinta-feira, 2 de abril de 2020

EM MEIO A PANDEMIA, BASTIDORES POLITICO EM BUIQUE ESQUENTA.



   Em um momento, onde as pessoas estão divididos, entre o cuidar e o medo, e com a decisão da Presidente do TSE, de manter o calendário Eleitoral de 2020, onde serão realizadas eleições para as escolhas de Prefeitos e vereadores, os BASTIDORES políticos em Buíque, Agreste de Pernambuco,  está pegando fogo. 

  Estamos na nossa redação, preparando uma matéria,  que trás como foco principal,  a ex-vice prefeita Miriam Briano, aguardem....

quinta-feira, 2 de maio de 2019

Centrão busca desidratar nova Previdência e impedir reeleição de Bolsonaro

Centrão busca desidratar nova Previdência e impedir reeleição de Bolsonaro
Em discurso, Paulinho da Força diz que Centrão vai enxugar a PEC da Previdência para não reeleger Jair Bolsonaro em 2022. Integrantes do governo criticam opinião, mas polêmica mostra que deputados exigem mais diálogo por parte do Palácio do Planalto.
As manifestações do Dia do Trabalho viraram ato político contra a reforma da Previdência e o governo. Os ataques não foram disparados apenas pela oposição, em palanques montados pelas centrais sindicais.
O presidente do Solidariedade, deputado Paulinho da Força (SP), ligado à Força Sindical, externou uma articulação interna do Centrão de enxugar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 6/2019 para não reeleger o presidente Jair Bolsonaro.
O diálogo sobre a desidratação da reforma da Previdência sob a ótica política de confronto ao governo era algo tratado na alta cúpula do Centrão, nos bastidores. Os caciques não gostam da articulação adotada pelo governo. Para as lideranças, é fechada, de pouco diálogo.
As principais críticas recaem sobre as dificuldades em emplacar indicados políticos em postos de segundo e terceiro escalões nas administrações públicas federais direta e indireta.
O Solidariedade é um dos partidos que compõem o bloco político que dá as cartas e comanda as principais votações na Câmara, como a da reforma da Previdência, que se encontra em tramitação na Comissão Especial.
O Centrão é formado, também, pelo PP, PR, MDB, PSD, DEM, PTB e Podemos. Ainda orbitam em torno desses oito partidos o PSDB e metade do PSL — partido de Bolsonaro — ligado ao líder da legenda, Delegado Waldir (GO).
A aprovação da reforma no molde que o governo encaminhou ao Congresso garantiria uma economia de R$ 1,2 trilhão.
É esse ajuste que Bolsonaro pretende garantir, embora tenha demonstrado flexibilidade ao admitir um piso mínimo de R$ 800 bilhões. Ainda assim, é um limite acima do que o Centrão discute aprovar.
Para Paulinho, uma economia nesse patamar garantiria uma vitória nas eleições de 2022. “Nos últimos três anos de mandato, teria R$ 240 bilhões para gastar, ou seja, garantir a reeleição”, declarou ontem, em São Paulo.
O texto ideal, na visão de Paulinho, é um que assegure uma economia máxima em torno de R$ 500 bilhões. “Com esse discurso, tenho certeza de que a gente traz todo mundo do Centrão, porque ninguém quer a reeleição do Bolsonaro”, discursou.
As declarações de Paulinho não repercutiram bem nem no governo nem no Centrão. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse não acreditar que a opinião do deputado seja de todo o grupo.
“Vou trabalhar para uma economia de R$ 1 trilhão. Não estou preocupado com a eleição de 2022”, afirmou ao Estadão/Broadcast. Líder do PSD — outro integrante do Centrão —, André de Paula também atacou a posição do ex-sindicalista. “Para mim, é uma surpresa.
Porque nunca tinha visto a questão por esse prisma, colocando o que não tem nenhuma importância à frente do que é um claro interesse nacional”, disse ao site O Antagonista. Ao mesmo portal, o líder do PP, Arthur Lira, foi além: “Doidice dele, loucura. Nunca tratamos disso”.
Se integrantes do Centrão criticaram Paulinho da Força, o governo bateu com mais força ainda. O secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, espera que a notícia não “seja verdade”.
“Esse é o momento de todos pensarem no Brasil e nas próximas gerações, e menos nas próximas eleições”, sustentou, em mensagem publicada no Twitter.
Na mesma rede social, publicou um vídeo de deputados do Novo em defesa ao texto, parabenizando os parlamentares que “abraçam e entendem o que é prioridade para o país.” “Não estamos brincando de mera definição de quem vai ganhar e quem vai perder.
É o futuro do país. Todos serão impactados com isso”, ponderou um interlocutor de Bolsonaro. “Tirar pontos da proposta só para enfraquecer ou ter um ganho menor para não dar louros para o governo é uma coisa que mostra exatamente como é fundamental ocorrer uma reforma política no Congresso”, analisou outro.
Críticas
Apesar do mal-estar, o Planalto prega a continuidade de uma articulação com muito diálogo. Vice-líder do governo no Congresso, a deputada Bia Kicis (PSL-DF) destaca que todos os parlamentares são convidados a se sentirem parte do governo, mas sem apelar para o “toma lá dá cá”. “Vamos conversar e trazer para perto e permitir que participem do governo aliados e pessoas que queiram ajudar. Mas sem esse espírito de porco, de querer atrapalhar o Brasil para se dar bem”, alertou.
O impacto das declarações de Paulinho terão um efeito reverso ao que pretende o parlamentar, prevê Kicis. “Acho que vai ficar muito feio para eles perante a população. Com certeza, as pessoas entenderam que é necessária (a reforma) e (a economia) só vai se recuperar se tivermos uma reforma robusta.
Em vez de ficarem preocupados com o sucesso do Brasil, estão de olho nas próximas eleições. É um caminho muito ruim para quem quer se reeleger”, avaliou.
Presidente da Frente Parlamentar Mista da Reforma Política, o deputado Luiz Philippe de Orléans e Bragança (PSL-SP) avalia que o posicionamento de Paulinho reforça a necessidade de discutir a aprovação de um mecanismo de “recall de mandato”, utilizado nos Estados Unidos para convocar novas eleições para um cargo em questão por abaixo-assinado feito por eleitores. “No caso do Paulinho, isso não seria possível em um sistema proporcional. Mas a expansão do mecanismo para o futuro é algo que vamos discutir”, destacou.
O deputado antecipou ao Correio que a frente elabora um projeto de implementação do voto distrital a ser apresentado até junho. O objetivo é implementar um sistema em que vereadores e deputados estaduais sejam eleitos individualmente nos limites geográficos de um distrito por maioria de votos. A ideia é que o modelo seja híbrido e a execução a nível federal ocorra em outra fase. “Essa conversa de modelo federal fica para segundo plano. Vamos, gradualmente, mudar o sistema”, explicou.
CNBB faz críticas às mudanças
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) criticou o projeto de reforma da Previdência do governo de Jair Bolsonaro (PSL) por “desconstitucionalizar” regras atuais, durante a abertura da 57ª Assembleia-Geral do órgão, ontem, em Aparecida, interior de São Paulo. A mensagem, divulgada durante a missa de abertura, foi reforçada pelo presidente da CNBB, dom Sérgio da Rocha, durante a homilia. “Os trabalhadores são os mais fragilizados na sociedade, os que sofrem com o desemprego e com a falta de condições dignas de trabalho”, disse.
A conferência também abordou a reforma trabalhista. “A flexibilização de direitos dos trabalhadores, institucionalizada pela lei 13.467 de 2017, como solução para superar a crise, mostrou-se ineficiente. Além de suscitar questionamentos éticos, o desemprego aumentou e já são mais de 13 milhões de desempregados”.

Por: Adriano Roberto

quarta-feira, 10 de abril de 2019

Estadão apaga blog demite Dener jornalista que ofendeu Bolsonaro


Estadão apaga blog demite Dener  jornalista que ofendeu Bolsonaro


 O Estadão demitiu o jornalista, ambientalista e cineasta Dener Giovanini após ele ofender o presidente Jair Bolsonaro no Twitter. O blog de Dener também foi apagado do site do jornal.
 No último dia 07, Dener enviou a seguinte mensagem pública ao presidente: “Sua mãe jogou o bebê fora e criou a placenta! Você é um ser desprezível!”. A mensagem foi divulgada pela conta oficial de Jair Bolsonaro e respondida com um “kkkkk… mais amor, jornalista do Estadão!”.  Dener também apagou a sua conta no Twitter, mas sua conta no LinkedIn continua ativa.

Informação do Blog Agência Caneta.

segunda-feira, 8 de abril de 2019

Menos de 10% da Câmara rejeita reforma da Previdência


Menos de 10% da Câmara rejeita reforma da Previdência

Quase metade da Câmara, 241 deputados, vê necessidade de aprovar alguma reforma da Previdência, embora nem todos concordem com o texto apresentado pelo governo Jair Bolsonaro. Por outro lado, 49 (menos de 10% da Câmara) não consideram que é preciso mexer nas regras de aposentadoria e pensão, segundo o Placar da Previdência.
Esses 49 cairiam no diagnóstico de "internação" do ministro da Economia, Paulo Guedes. "Quem acha que (a reforma da Previdência) não é necessária, é um problema sério. É caso de internamento. Tem de internar", afirmou Guedes em audiência pública na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) na semana passada.
A fala de Guedes gerou reação de parlamentares contrários à proposta e deflagrou um dos momentos de bate-boca na sessão. "Eu não estou dizendo que precisa internar quem não aprovar essa reforma (de Bolsonaro). Tem de internar quem não entender que precisa haver uma reforma", disse o ministro.
Congressistas de sete partidos estão entre os que não veem a necessidade de uma reforma: 28 do PT (pouco mais da metade da bancada), nove do PSOL (de uma bancada de dez), quatro do PCdoB, três do PDT, três do PSB, um do PROS e um do Avante. No total, 95 deputados são contra a proposta do presidente Jair Bolsonaro, mesmo que haja alteração. No entanto, desses, 46 consideram que uma reforma da Previdência é necessária.
Estados
Em calamidade financeira por causa do acelerado crescimento das despesas com inativos, os quatro Estados em pior situação ainda não conseguiram engajar suas bancadas para a aprovação da reforma que também vai beneficiá-los, uma vez que as regras aprovadas valerão também para servidores estaduais. Menos da metade dos deputados eleitos por Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Goiás se declaram favoráveis à proposta.
Em Minas, sob comando de Romeu Zema, do Novo (partido que apoia a reforma), só 17 dos 53 deputados se dizem a favor. No Rio Grande do Sul, governado por Eduardo Leite (PSDB), 12 de 31 parlamentares apoiam a proposta. Os servidores aposentados gaúchos já estão em maior número do que os funcionários da ativa, o que tem agravado o desequilíbrio nas contas do Estado.
 
No Rio, governado por Wilson Witzel (PSC), 18 dos 46 deputados se declararam favoráveis. O Estado já aderiu ao programa de recuperação fiscal e precisou contratar empréstimos para conseguir colocar os salários em dia. Dos Estados em pior situação, o maior endosso vem da bancada de Goiás. O governador Ronaldo Caiado (DEM) tem sido um dos maiores apoiadores da reforma, ao mesmo tempo em que negocia um socorro de curto prazo com o governo. Na bancada do Rio Grande do Norte, governado por Fátima Bezerra (PT) e que também enfrenta grave crise, apenas um dos oito parlamentares se diz a favor da reforma.

Entre as bancadas que dão mais votos à mudança nas regras estão Santa Catarina, Mato Grosso do Sul e Espírito Santo. Em Santa Catarina, governado por Carlos Moisés (PSL), 75% da bancada disseram ser favoráveis à proposta. A mesma parcela é encontrada na bancada de Mato Grosso do Sul, governado por Reinaldo Azambuja (PSDB). No Espírito Santo, de Renato Casagrande (PSB), seis em cada dez apoiam a reforma.

 As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Prefeito Welligton da LW e o Vice Dr. Israel Rubis, Permanecem nos Cargos por Decisão do TSE em Votação com Resultado: 6 x 1

                                                                              Foto: Internet   Por 6 votos a 1, o Tribunal Superior Eleitora...